Deu nó

Final de semana chegando. Então, você lembra que amanhã tem uma formatura, um casamento, ou algum outro evento do gênero.  E o que te espera dentro do guarda-roupa? A tão temida gravata . Um pedaço de pano, bem desenhado e cortado, em tecido refinado, verdadeiro acessório de elegância, que não causaria maiores problemas caso não fosse necessário dar-lhe um nó.

Não é de hoje que elas dão dor de cabeça. Num livro sobre a história da moda, de James Laver, encontrei uma situação da época dos dandies (homens que davam real importância à aparência, principalmente na França e Inglaterra), em final do século e início do século 19. A anedota conta que um homem chega à casa de um dandy, o nobre da casa, e encontra seu ajudante ao lado de um amontoado de gravatas e lhe pergunta o que é aquilo. Ele responde: são os nossos insucessos.

Ou seja, esse desespero não é de ontem nem de hoje, mas de muito tempo. Dei uma vasculhada e encontrei um site próprio sobre nós de gravatas, o www.tieknot.com. Abaixo já adianto algumas formas de fazer os nós mais conhecidos. Os movimentos sempre partem da parte mais larga da gravata.

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Windsor

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Half Windsor

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Four-in-hand

As tendências européias continuam apontando para as gravatas mais finas. Como os modelos da Burberry. Para servir de inspiração para a busca de tecidos e texturas, sugiro o site da E. Marinella.

Fonte: fotos do site Extra Long Ties.

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